22 Orquídeas Brasileiras Que Poucas Pessoas Conhecem

O Brasil tem cerca de 2.600 espécies de orquídeas catalogadas, distribuídas em mais de 240 gêneros. Essas orquídeas são encontradas em todo o país, com destaque para a Mata Atlântica, onde está concentrada a maior diversidade de espécies.

No mundo, as orquídeas somam cerca de 28.000 espécies e mais de 700 gêneros, espalhadas principalmente pelas regiões tropicais, com destaque para a América tropical e a Ásia.

Na América existem algumas espécies muito interessantes, sendo que algumas estão entre as orquídeas mais raras do mundo.

Aqui no Brasil também podemos destacar muitas orquídeas interessantes, por isso continue lendo para descobrir 22 espécies de orquídeas nativas do Brasil que provavelmente você não conhece.

1 – Acianthera teres

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A primeira orquídea de nossa lista é a Acianthera teres, natural principalmente de Minas Gerais, com registros também no Rio de Janeiro e na Bahia.

Ela é uma orquídea principalmente rupícola, que cresce entre as rochas, sempre a pleno sol. Às vezes também aparece como epífita.

Suas folhas são ovaladas e pontuadas.

Durante suas florações, ela consegue gerar entre 3 a 10 flores, sendo a grande maioria da cor vinho.

Essas flores são pequenas, com menos de 1 centímetro, e ficam quase fechadas.

Como vive sobre rochas expostas ao sol, essa é uma orquídea que tolera bem períodos mais secos.

Uma surpresa para você: aprenda a conseguir super florações em suas orquídeas todos os anos com o nosso manual completo de cultivo.

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2 – Brasiliorchis schunkeana

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A Brasiliorchis schunkeana, também chamada de Maxillaria schunkeana, faz parte de um gênero muito interessante.

O gênero Brasiliorchis foi criado em 2007 para cerca de 13 espécies que antes ficavam no gênero Maxillaria, quase todas da Mata Atlântica do Sul e do Sudeste do Brasil.

Hoje, o Kew voltou a tratar essas espécies dentro do gênero Maxillaria, como acontece com a Maxillaria picta. Por isso, você pode encontrar os dois nomes.

Quanto a essa orquídea, ela é conhecida popularmente como orquídea negra, isso porque suas flores são marrom-escuro / vermelho-púrpura intenso.

Essas cores são muito parecidas com o preto, por isso o apelido.

Ela é nativa da Mata Atlântica do estado do Espírito Santo, sendo uma orquídea que vive em cima de árvores, ou seja, epífita.

Quanto a seu nome, é em homenagem ao Sr. Vital Schunk um orquidófilo nascido na capital do Espírito Santo.

E sua flor tem cerca de 1 centímetro e duram de 15 a 20 dias em média.

Para saber mais sobre essa orquídea, acesse esse artigo.

3 – Catasetum barbatum

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A terceira orquídea brasileira dessa lista é a Catasetum barbatum.

Ela é uma orquídea de crescimento simpodial, ou seja, ela cresce para os lados.

É principalmente epífita, mas às vezes também cresce como terrestre.

A Catasetum barbatum tem uma distribuição ampla. No Brasil, ela aparece nas seguintes regiões:

  • Norte
  • Nordeste
  • Sudeste
  • Centro-Oeste

Fora do Brasil, também ocorre na Bolívia, na Colômbia, nas Guianas, na Venezuela e em Trinidad.

Normalmente ela vive em áreas baixas e abertas, muitas vezes perto de rios.

Saiba mais sobre as orquídeas Catasetum.

4 – Cattleya walkeriana

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Essa provavelmente você já conhece.

A Cattleya walkeriana é uma das orquídeas mais famosas tanto no Brasil quanto no mundo.

Ela foi coletada pela primeira vez em 1839 por George Gardner, um médico e botânico escocês que esteve no Brasil colecionando plantas. A descrição da espécie saiu em 1843.

Ele encontrou a Cattleya walkeriana às margens de um rio afluente do São Francisco, no estado de Minas Gerais.

O nome walkeriana foi dado para homenagear o seu assistente Edward Walker, pois ele acompanhou George durante dois anos.

Essa é uma orquídea que atrai vários orquidófilos devido ao seu cheiro muito parecido com canela.

Além disso, suas flores possuem uma grande variedade de cores, como, por exemplo:

  • Lilás
  • Branco
  • Lilás-azulado (variedade coerulea)

Normalmente essa é uma orquídea que nos presenteia com flores entre abril e junho.

5 – Cattleya purpurata

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Novamente uma orquídea muito famosa que provavelmente você já conhece.

Como já dito no artigo sobre as orquídeas Laelia, a Cattleya purpurata antigamente pertencia ao gênero das laélias.

Mas devido a pesquisas recentes sobre os seus genes, ela foi reclassificada como Cattleya.

Essa é uma orquídea epífita, que pode ser encontrada nas regiões Sul e Sudeste do nosso país.

Sua floração ocorre principalmente no fim da primavera e início do verão, entre novembro e dezembro, e suas flores normalmente são brancas ou púrpuras.

Uma curiosidade sobre essa orquídea é que ela foi escolhida como a flor-símbolo do estado de Santa Catarina.

Para aprender a cultivá-la, veja nosso guia sobre a Cattleya purpurata.

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6 – Gomesa crispa

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A Gomesa crispa é uma orquídea brasileira de porte pequeno a médio.

Suas flores têm cerca de 2 centímetros, mas aparecem em grande quantidade, em hastes pendentes.

Ela é encontrada em Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, em matas úmidas.

A Gomesa crispa pode ser considerada como de fácil cultivo, mas requer uma boa luminosidade e também uma umidade alta para poder se desenvolver.

Ela é uma orquídea epífita, por isso, suas raízes gostam de ficar expostas.

Saiba mais: https://www.orquideasnoape.com.br/2014/08/micro-orquidea-gomesa-crispa.html

7 – Habenaria repens

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Também conhecida como orquídea do pântano, orquídea flutuante ou orquídea d’água, a Habenaria repens é uma orquídea nativa do Brasil, que ocorre do sul dos Estados Unidos até a América do Sul.

Seu “sobrenome” repens vem do latim, e significa rastejante, o que nos dá uma dica sobre como essa planta vive.

Uma das principais características dessa orquídea é que ela é uma das raras orquídeas que podem viver na água.

Ela pode crescer enraizada na lama ou formar tapetes flutuantes em locais com água parada.

Por isso, alguns orquidófilos a consideram terrestre, e outros, aquática ou semiaquática.

Para saber mais sobre essa espécie, acesse:

8 – Isabelia violacea

Isabelia-violacea

A Isabelia violacea foi encontrada e descrita em 1840 por Lindley.

Na época ela foi classificada como Sophronitis violacea, mas no ano de 1925 foi passada para o Sophronitella e só em 2001 ela foi então transferida para o gênero Isabelia.

Essa é uma orquídea que aparece da Bahia até o Rio Grande do Sul.

Em Minas Gerais e na Bahia, ela também é comum nos campos rupestres, às vezes crescendo sobre rochas.

Ela floresce entre o outono e o inverno e sua floração gera até duas flores, com cerca de 2 centímetros.

Saiba mais sobre essa espécie.

9 – Koellensteinia graminea

Koellensteinia-graminea

A Koellensteinia graminea é uma orquídea epífita encontrada no Norte do Brasil, como no Amazonas e no Pará, e em outros países da América do Sul, como Venezuela, Colômbia, Equador e Peru.

Ela não forma pseudobulbos, e suas folhas finas lembram capim, daí o nome graminea.

Normalmente sua floração ocorre no verão.

Em sua floração ela nos apresenta diversas flores com em média 2 centímetros de diâmetro, mas que não se abrem todas de uma só vez.

Quanto ao cultivo, ela gosta de um clima mais quente, com um substrato de boa drenagem e bastante rega.

Prefira luz filtrada, já que na natureza ela costuma crescer na sombra das matas.

10 – Leptotes bicolor

Leptotes-bicolor

A Leptotes bicolor recebeu esse nome, pois tem duas cores em suas flores.

Ela é uma orquídea que aparece no Sul e no Sudeste do Brasil e também no Paraguai.

Ela vive em matas da Mata Atlântica, em altitudes entre 600 e 1.100 metros.

Quanto a suas flores, elas são bem grandes se compararmos com o tamanho da planta. Normalmente elas chegam até 5 cm, sendo suportadas por hastes florais pouco maiores que elas.

Em uma floração elas normalmente geram de 1 a 5 flores que exalam um pequeno perfume.

O florescimento ocorre no fim do inverno e começo da primavera e dura cerca de 15 dias.

Uma curiosidade: essa orquídea já foi usada como substituta da baunilha para dar sabor a leite e sorvete.

11 – Miltonia spectabilis

Miltonia-spectabilis

Essa é uma das orquídeas Miltonia mais conhecidas, e foi nomeada pela beleza de suas flores.

Isso porque o spectabilis em latim significa espetacular.

Normalmente essa orquídea aparece na Mata Atlântica nos seguintes estados:

  • Espírito Santo
  • São Paulo
  • Rio de Janeiro

O seu habitat natural são locais úmidos e bem iluminados.

Durante a floração normalmente ela gera uma flor, com um tamanho que pode variar entre 8 e 10cm de diâmetro.

Essas flores são levemente perfumadas.

Ela é principalmente cultivada em troncos de árvores e vasos de plástico.

E quanto ao substrato, o recomendado é utilizar esfagno, carvão vegetal e casca de pinus.

Para saber mais sobre essa orquídea, veja o vídeo abaixo:

12 – Notylia longispicata

Notylia-Longispicata

Essa é uma orquídea brasileira bem desconhecida, poucas pessoas na internet falam sobre ela.

Ela foi descrita em 1926 pelos botânicos Hoehne e Schlechter.

A Notylia longispicata é uma orquídea epífita que aparece no Norte, Nordeste e Sudeste do Brasil, e também no Equador e na Venezuela.

Suas flores são bem pequenas, com cerca de 5 milímetros, e aparecem em hastes longas.

13 – Octomeria crassifolia

Octomeria-crassifolia

A Octomeria crassifolia foi descrita em 1837 por Lindley.

Ela é uma orquídea epífita que aparece no Sul e no Sudeste do Brasil e também no Paraguai, no nordeste da Argentina e no Equador.

Durante a sua floração ela pode chegar a gerar até 15 flores muito pequenas, com cerca de 1 centímetro de diâmetro e uma duração de cerca de 10 dias.

As florações normalmente ocorrem no final do outono e início do inverno.

14 – Phragmipedium vittatum

Phragmipedium-vittatum

Phragmipedium vittatum é uma das orquídeas Phragmipedium brasileiras, uma planta de hábitos terrestres que aparece em Minas Gerais, Goiás, São Paulo e no Distrito Federal.

Ela vive em brejos e veredas do Cerrado, à beira de córregos, em solo arenoso sempre encharcado. Também aparece em encostas rochosas úmidas.

Normalmente ela é encontrada entre 875 e 1.600 metros de altitude.

Sua floração ocorre principalmente entre a primavera e o verão, gerando flores de 4 a 10 centímetros de diâmetro.

15 – Quekettia microscopica

Quekettia-microscopica

A Quekettia microscopica faz parte do gênero Quekettia, um gênero pequeno, com cerca de cinco espécies.

Essas espécies são muito parecidas, então não se assuste se você não conseguir diferenciá-las.

Como o próprio nome sugere, ela é uma planta bem pequena, considerada uma micro orquídea.

O nome desse gênero foi uma homenagem ao inglês Edwin John Quekett, autor e microscopista.

A Quekettia microscopica aparece principalmente no norte do Brasil, mas também é comum em outros países, como a Guiana Francesa, Suriname, Guiana, e na Venezuela.

16 – Rodriguezia decora

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A Rodriguezia decora é uma orquídea que pode ser considerada pequena, pois tem no máximo 30 centímetros de altura.

Ela aparece no Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil, e também no Paraguai e no nordeste da Argentina.

Suas flores normalmente têm entre 3 e 4 centímetros de diâmetro e duram em média 10 dias.

A floração ocorre no final do outono e início do inverno e não gera muitas flores.

17 – Sarcoglottis grandiflora

Sarcoglottis-grandiflora

A Sarcoglottis grandiflora é uma orquídea brasileira do gênero Sarcoglottis, que foi criado em 1827.

Uma curiosidade é que o criador desse gênero, Carl Bořivoj Presl, também criou outros 2 gêneros de orquídeas americanas no mesmo ano, são eles:

  1. Elleanthus
  2. Cyclopogon

O Elleanthus, por exemplo, ocorre do México até a América tropical, com muitas espécies nos Andes.

A Sarcoglottis grandiflora aparece em 14 estados do Brasil, estando em todas as regiões do país.

Segundo a Flora e Funga do Brasil, os estados em que essa orquídea aparece são:

  • Norte: Amazonas e Rondônia
  • Nordeste: Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte
  • Centro-Oeste: Mato Grosso
  • Sudeste: Espírito Santo, Minas Gerais e Rio de Janeiro
  • Sul: Paraná e Santa Catarina

18 – Trichocentrum fuscum

Trichocentrum-fuscum

A Trichocentrum fuscum tem uma distribuição ampla. Ela aparece em todas as regiões do Brasil, inclusive na Amazônia.

Fora do Brasil, também ocorre na Bolívia, no Equador, na Guiana Francesa, no Suriname e na Venezuela.

Ela costuma viver em locais quentes e úmidos.

Sua floração ocorre entre novembro e janeiro, podendo dar até 3 flores com em média 3 centímetros de diâmetro.

Essa é uma orquídea epífita, com pseudobulbos quase invisíveis, e pode ser considerada pequena.

Saiba mais sobre essa orquídea.

19 – Vanilla edwallii

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A Vanilla edwallii pertence a um dos gêneros mais famosos entre as orquídeas, o Vanilla, o mesmo da orquídea baunilha.

Algumas curiosidades:

  1. Esse gênero é famoso porque algumas espécies dele são utilizadas na produção de baunilha.
  2. Ela foi descrita em 1941 pelo botânico Frederico Carlos Hoehne, um mineiro que contribuiu muito para o estudo de orquídeas no Brasil.
  3. O nome é uma homenagem ao coletor de orquídeas sueco Gustav Edwall.

Ela está presente no Sudeste e no Sul do Brasil e no norte da Argentina, sendo considerada uma planta epífita e em alguns casos terrestre.

No Rio Grande do Sul, ela aparece como espécie ameaçada de extinção.

Saiba mais sobre essa espécie.

20 – Warczewiczella amazonica

Warczewiczella-amazonica

A Warczewiczella amazonica é uma orquídea nativa da bacia Amazônica, que vai do oeste da América do Sul até o norte do Brasil.

Ela é uma orquídea epífita, que em suas florações gera apenas uma flor, perfumada e com cerca de 5 a 10 centímetros de diâmetro.

Ela não tem pseudobulbos e costuma segurar as flores abaixo das folhas.

Seu florescimento ocorre no final do inverno ou no início da primavera.

21 – Xylobium squalens

Xylobium-squalens

A Xylobium squalens pertence ao gênero Xylobium, criado em 1825 pelo botânico John Lindley.

John Lindley foi um botânico inglês que contribuiu muito para o avanço da botânica, publicando vários livros e também ajudando na fundação da revista Gardener’s Chronicle.

Curiosidade: Xylobium vem do grego e significa vida na madeira, uma referência às orquídeas que vivem sobre árvores.

Mas a própria Xylobium squalens, usada por Lindley para criar o gênero, foi encontrada crescendo no chão, e não em árvores.

Mesmo assim, a maioria das espécies desse gênero é epífita.

Quanto à Xylobium squalens, ela foi descrita por Lindley em 1823 como Dendrobium squalens, antes de o gênero atual existir.

A sua floração gera entre 6 e 12 flores, com cerca de 3 centímetros de diâmetro cada.

Por ficarem muito próximas uma das outras, essas flores formam uma espécie de bola de flores.

22 – Zygopetalum crinitum

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Agora vamos para a última das nossas orquídeas brasileiras, a Zygopetalum crinitum.

Essa é uma orquídea da Mata Atlântica, encontrada de Santa Catarina até o Espírito Santo, normalmente entre 600 e 1.200 metros de altitude.

Ela pode ser classificada como epífita, e quanto ao seu crescimento é do tipo simpodial, ou seja, cresce lateralmente.

Ela costuma florescer uma vez por ano, com 3 a 10 flores em cada haste.

Essas flores têm um tamanho considerável, entre 7 a 9 centímetros.

Além disso, elas têm um perfume forte e muito agradável.

Suas flores duram em média 30 dias.

Para cultivá-las, o ideal é o seguinte:

  • Temperaturas entre 5 e 35ºC (ela gosta de noites frias e mais úmidas)
  • 50% de sombreamento

Conclusão: outras orquídeas brasileiras para conhecer

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Ainda existem milhares de espécies brasileiras de orquídeas que são muito interessantes para se cultivar.

Mas essas abordadas no artigo são umas das mais interessantes.

Se você quiser aprender mais sobre as orquídeas, pode acessar o nosso guia completo sobre como cuidar de orquídeas.

Fontes: Flora e Funga do Brasil (Jardim Botânico do Rio de Janeiro) e Plants of the World Online (Kew).

Se você gostou desse artigo, o compartilhe em suas redes sociais, porque assim mais pessoas vão conhecer essas orquídeas.

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Thiago L. Ferreira

Thiago Ferreira

Thiago Ferreira escreve sobre o cultivo de plantas desde 2018. Seus conteúdos foram recomendados em revistas e portais famosos sobre o tema. Atualmente, ele compartilha seus conhecimentos aqui no blog e também por meio de seu livro Descomplicando o Cultivo de Orquídeas que possui mais de 7500 alunos em todo o Brasil.

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19 comentários em “22 Orquídeas Brasileiras Que Poucas Pessoas Conhecem”

  1. Foi muito bom ler o manual,sou apaixonada por orquídeas, moro em Teresina mas no meu jardim tenho mais de 80 orquídeas em árvores,poucas em jarro e agora estou tentando em cestinhas de tela num paredão de pedras junto com jiboias e costela de Adão, para minha surpresa estão linda e florando

    Responder
  2. Olá, bom dia. Encontrei uma orquide3 na mata em Florianópolis variedade vanilla. Gostaria de saber se ela é do tipo que da o fruto baunilha. Aparentemente parece a pampona mas nao tenho certeza ja que a varias variedades deste tipo. Como posso ter certeza se é? Tem alguma forma de eu ter certeza?

    Responder
    • Olá Thiago. Bom falar com vc. Tenho todos os seus artigos e tbem o Manual. Tenho uma orquídea que comprei numa estrada que beira a Mata Atlântica. Ela é marrom, com manhas cor de vinho, uma vez por ano floresce em cachos e é muito perfumada. Vi o artigo sobre orquídeas brasileiras, mas não pareciam com a minha. Vc a conhece? Gostaria de saber mais sobre ela. Grata pela atenção.

      Responder
      • Oi Marilene, infelizmente só com a descrição, não consegui identificar qual orquídea é. Tem uma dica que recomendo que é, tire uma foto de sua orquídea, de preferência florida e mande nos grupos sobre esse assunto no Facebook, perguntando se alguém conhece o ID (identificação), porque é bem provável que dentro do grupo terão outras pessoas que também cultivam essa orquídea ou que já viram ela e vão te responder o nome.

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